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Jogos lúdicos educativos, para entretenimento com aprendizagem. É assim que criamos jogos, com o objetivo de auxiliar o desenvolvimento do cognitivo e da criatividade, afinal de contas, QUERER APRENDER faz bem!

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Nem tudo que reluz é ouro

Distúrbios de games é a nova patologia que será incluída na 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID). Os especialistas em uso da tecnologia reconhecem os benefícios dessa decisão, porém advertem para que não caiamos na ideia de que todo mundo precisa ser tratado e medicado. Alguns pais podem pensar que seus filhos têm problemas, quando, na verdade, eles sejam apenas 'empolgados' jogadores de videogame.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS) o vício só será diagnosticado como distúrbio mental a partir do momento em que alguém, qualquer que seja, "preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida". E não duvide que isso exista. Há clínicas em outros países, com funções específicas para tratamento deste distúrbio.

Em estudo recente a Universidade de Oxford sugere que, apesar de as crianças, no geral passarem cada vez mais tempo na frente das telas, isso não necessariamente representa vício. Na maioria dos casos, a tecnologia tem sido usada para apoiar outras atividades, como tarefas de casa, por exemplo, e não excluindo essas atividades das vidas das crianças.

Nas escolas em que o uso desse aporte pedagógico é utilizado com mais frequência é necessário treinamento aos educadores para detecção de possíveis vícios nessa seara.  A tarefa é árdua porque requer atenção e o acompanhamento psicopedagógico contínuo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BATISTA, Mônica de Lourdes Souza; QUINTÃO, Patrícia Lima e LIMA, Sérgio Muinhos Barroso. Um Estudo sobre a Influência dos Jogos Eletrônicos sobre os Usuários. Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br Curso de Sistemas de Informação - n. 4, jan/ jun. 2008.

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-42545208, acesso em jan.2018. 

Prata é lata: um país dos sem noção!

Dentre os trinta e oito países entrevistados para uma pesquisa sobre a percepção da realidade, em 2017, o Brasil posicionou-se em segundo lugar. Medalha de prata num ranking como o país MAIS SEM NOÇÃO SOBRE a realidade que o cerca. E olha que em 2016 éramos o sexto no ranking.

Taxas de homicídios, imigração, gravidez na adolescência, saúde pública são alguns dos temas abordados na pesquisa, e que nos países que se posicionaram nos primeiros lugares do pódio tiveram percentuais de percepção parecidos e bem distantes da realidade em que vivem.

Os cientistas dizem que as notícias sobre violência, questões políticas, de cunho nacional e internacional e administrativo-financeiros que envolvem a saúde pública sejam fatos objetivos e menos influentes na formação da opinião pública do que apelos à emoção e crença pessoal.

No Brasil luta-se por uma educação isonômica, PORÉM, mais que isso URGE debates, discussões sobre temas atuais que auxiliem o SUJEITO na formação de senso crítico. Afinal de que adianta educar sem transversalidade.

Ficam as questões deixadas por Cersosimo, Diretor da Ipsos Público Affairs, empresa responsável pela pesquisa: Qual modelo de sociedade estamos formando? Quais ferramentas o Brasil está provendo para seus cidadãos”. 

FONTE: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/os-brasileiros-tem-uma-percepcao-equivocada-da-realidade