Estudio Par ou Ímpar

O problema é que quem produz jogos educativos pensa que eles devem apresentar uma relação literal do mundo e não deixam espaço para o imaginário criativo.

Klopfer (2008) diz que é fácil para pais e professores observarem o que os alunos estão ‘aprendendo’ nos jogos educativos porque basta uma rápida observação para entender qual o tema explorado. O ideal seria utilizar os jogos educativos como condutor de conteúdos que possam ser explorados de maneira didática e interdisciplinar.

Puxa! Mas as abstrações também podem ser alvo de ensino. Aí os jogos passam a ser transmissores dos conteúdos educacionais para os jogadores, como se fossem reforços positivos para os educandos e excelente ferramenta de ensino para os educadores.

Quer jogar? 

Referencial:

 KLOPFER, Eric. Augmented learning: research and design of mobile educational games. Cambridge: The MIT Press, 2008.